terça-feira, 29 de março de 2011

TESTES PARA COLUNA VERTEBRAL

> Testes para Região Cervical
O exame motor da musculatura intrínseca da coluna cervical indicam qualquer hipotonia muscular e determina a integridade do suprimento nervoso. O exame neurológico testa todo membro superior por níveis neurológicos.

- Flexão: paciente sentado, fixe a parte superior do tórax (esterno) do paciente, com uma das mãos de modo a impedir a substituição a flexão do pescoço por flexão do tórax. Coloque a palma de sua mão que imprimirá resistência de encontro a testa do paciente, mantendo-a fixa de modo a estabelecer uma firme base de suporte. Em seguida peça ao paciente para fletir o pescoço vagarosamente. Quando ele o fizer, aumente gradativamente a pressão até determinar o máximo de resistência que ele é capaz de suportar. Correlacione seus achados com a tabela de eficiência muscular.

 
Grau de Eficiência Muscular
Grau de Força Muscular
Descrição
0 - zero
Não há evidência de contratilidade
1 – Dificultado
Evidência de pouca contratilidade, não havendo mobilidade articular
2 – Sofrível
Movimento completo eliminando a gravidade
3 – Mediano
Movimento completo contra a gravidade
4 – Bom
Movimento completo contra a gravidade e uma pequena resistência
5 – Normal
Movimentação completa contra a gravidade e contra resistência
    
- Extensão: paciente sentado, antes de testar a extensão do pescoço, coloque sua mão estabilizadora sobre a linha média da face súpero posterior do tórax e da escápula para impedir uma falsa impressão de extensão. Espalme a mão que imprimirá resistência sob a região occipital, promovendo-a assim de uma firme base de suporte. Peça ao paciente para estender o pescoço. Enquanto ele o faz, aumente gradativamente a resistência até determinar o máximo de resistência que ele é capaz de vencer. Para avaliar o tônus do trapézio durante a construção, palpar com a mão destinada a fixação.

- Rotação Lateral: ficamos de pé frente ao paciente e coloque sua mão estabilizadora sobre o ombro esquerdo do paciente, o que ira impedi-lo de substituir a rotação da coluna cervical por rotação da coluna toracolombar. Espalme a mão que oferecerá resistência ao longo da margem direita da mandíbula. Peça ao paciente para rodar a cabeça em direção a sua mão que impõem-se resistência máxima que ele é capaz de suportar. P/ examina ECM (D) e mandíbula contra. Lavoral, compare os resultados.

- Inclinação Lateral: sua mão estabilizadora sobre o ombro direito do paciente, impedindo desta forma a substituição do movimento que se quer avaliar por elevação da escápula. Espalme a mão que imporá resistência por sobre a face direita da cabeça do paciente. Para obter uma firme base de resistência, a palma do examinador deverá se sobrepor à têmpora do paciente, com os dedos se estendendo posteriormente. Peça para o paciente inclinar a cabeça lateralmente em direção a sua palma, tentando encostar a orelha no ombro. Quando ele começar a inclinar a cabeça, vá gradativamente aumentando a pressão até determinar o máximo de resistência que ele é capaz de vencer.

- Tração: a tração alivia a dor causada por estreitamento do forâme neural (o que resulta na compressão nervosa), é capaz de ampliar o forâme e alivia o espasmo muscular pois obtem o relaxamento da musculatura contraída. Coloque a mão espalmada sob o queixo do paciente, enquanto que a outra mão será colocada no occipital. Em seguida eleve (tracione) a cabeça removendo o peso que ela exerce sobre o pescoço.

- Compressão: poderá auxiliar a localizar o nível neurológico da patologia que por ventura exista. Mas pode agravar a dor causada por estreitamento do forâme neural, pressão sobre e as superfícies articulares das vértebras ao a espasmo musculares. Pressione para baixo o topo da cabeça do paciente, que pode estar sentado ou deitado. Observara-se a dor é circunscrita a algum dos dermatomos.

- Teste de Valsalva: este teste aumenta a pressão intratecal. Se o canal cervical estiver tomado por alguma lesão que ocupe espaço, como os tumores e hérnia de disco cervical, mo aumento da pressão fará com que o paciente se queixe de dor. A dor poderá se irradiar pela distribuição do dermatomo correspondente a nível neurológico da patologia da coluna cervical. Peça ao paciente para prender a respiração e fazer força como se quisesse evacuar em seguida, pergunta-se se houve agravamento da dor, e em caso afirmativo peça-lhe para descrever a localização. É um teste subjetivo, que requer do paciente respostas precisas.

- Teste de Adson: serve para determinar a permeabilidade da artéria subclávia, que pode estar comprimida ou por contratura dos músculos escalenos. Não pode fazer tração. Palpe o pulso radial do paciente, continue palpando e abduza, estenda e rode externamente o braço do paciente. Em seguida, peça-lhe para prender a respiração e volver a cabeça em direção ao braço que está sendo examinado. No caso de houver compressão da artéria subclávia, o pulso radial diminuirá de amplitude, podendo até não ser mais percebido( síndrome do desfiladeiro cervical).

- Teste para Avaliar Artéria Carótida: com os seus dedos indicador e médio, pressionar ligeiramente sobre a artéria carótida de encontro ao processo transverso da vértebra cervical. Palpar cada artéria individualmente e avaliar igualdade de amplitude. Uma diferença na força dos pulsos pode indicar estenose (estreitamento de qualquer canal ou orifício) ou compressão da artéria carótida.

- Entorse X Distensão: Entorse é uma série de lesões variáveis segundo o tipo de articulação e a intensidade do traumatismo, é um mau que não chega a ocasionar luxação, resultando em traumatismo ligamentar. Distensão é uma tração excessiva e/ou violenta que provoca deslocamento ou repuxo.

Com o paciente na posição sentada, o paciente irá realizar todos os movimentos da coluna cervical em toda sua amplitude de movimentos ativamente com o terapeuta impondo-lhe uma resistência, e a seguir os movimentos serão realizados de forma passiva.
Dor durante os movimentos contra a resistência ou contração muscular isométrica significa distensão muscular. Dor durante a movimentação passiva pode indicar uma entorse de ligamentos.

Obs.: esta manobra pode ser aplicada a qualquer articulação para determinar comprometimento ligamentar ou muscular. Lembrando-se de que durante um movimento contra a resistência a principal estrutura a ser testada é o músculo, e de que durante o movimento passivo a principal estrutura a ser testada é o ligamento. Deve-se conseguir determinar entre Distensão Muscular ou Entorse Ligamentar, ou uma combinação destas.

> Testes para Região Lombar

Dá mobilidade as costas, fornece sustentação a porção superior do corpo e transmite o peso a pelve e aos MMII.

O paciente deve despir-se. A presença de sinais pilosos nas costas pode traduzir algum distúrbio na coluna. Observar se o paciente evita se curvar, torcer e promover outros movimentos.

Se o paciente apresentar-se com lombalgia localizada sem nenhum componente radicular, então espasmo muscular lombar ou capsulite facetária poderá ser suspeitada.

- Região Ciática: para avaliar se tem hérnia de disco ou uma lesão que ocupa espaço capaz de comprimir as raízes nervosas podendo sensibilizar o nervo. Ocorre verticalmente em direção descendente na linha media da coxa e seus ramos para o músculo tendinosos da coxa e divide-se em ramos terminais tíbial e fibulares. O examinador deve fletir o quadril do paciente e localizar o ponto médio entre as tuberosidades isquiaticas e os grandes trocanteres. Então irá pressionar firmemente, palpando o nervo que é de fácil palpação.

- Flexão lateral : movimento contralateral, com dor no outro lado, tratar a cápsula articular.

- Inclinação: detecta lesão ligamentar. Fixe a crista ilíaca do paciente e pede-se para que ele incline o tronco para direita e/ou para esquerda. Compare os dois lados. Para realizar o teste passivo de inclinação fixe a pelve do paciente e segure o ombro e inclina-o para direita e depois para a esquerda. Verificar os dois lados.

- Rotação: coloque-se atrás do paciente e fixe a pelve colocando a mão sobre a crista ilíaca e outra sobre o ombro, em seguida fixe o tronco o que será conseguido rodando a pelve e o ombro posteriormente. Verificar os dois lados.

- Teste de Lasegue modificado: flexão + adução + rot. int.( inversão) + elevação da perna. Se o paciente sentir dor, suspeitar-se-á de lombociatalgia (dor ciática verdadeira).


> Stress Neural

* Nervo Femural (L2, L3 e L4): paciente em pé apóia um dos joelhos (flexionado à 90o) em uma cadeira, então pede-se que faça a inclinação lateral do tronco. Dar-se- a positivo se houver dor. Se for local o problema é na cápsula; se for irradiada para o membro inferior o problema é no nervo.

* Nervo Ciático (L4-S3): pode-se usar os testes de Lasegue (verdadeiro), Slump e Calço (paciente em pé e com o ante pé apoiado sobre um calço como por exemplo um livro, o terapeuta pede para que o paciente faça flexão do tronco. Caso positivo haverá dor).

* Nervo Mediano (C5 à T1): paciente em DD, com flexão de cotovelo e extensão de punho e obro abduzido. O terapeuta ira realizar uma extensão total de cotovelo e punho. O teste deve ser realizado primeiramente de forma passiva e depois feito ativamente. A cabeça deve estar rodada para o lado oposto ao teste.

* Nervo Radial (C5 à T1): paciente em DD, com flexão de cotovelo e flexão de punho e obro abduzido. O terapeuta ira realizar uma extensão total de cotovelo e flexão total de punho. O teste deve ser realizado primeiramente de forma passiva e depois feito ativamente. A cabeça deve estar rodada para o lado oposto ao teste.

* Nervo Ulnar (C7 à T1): paciente em DD, com extensão de cotovelo e extensão de punho e obro abduzido. O terapeuta ira realizar abdução total de ombro, uma flexão total de cotovelo e extensão total de punho. O teste deve ser realizado primeiramente de forma passiva e depois feito ativamente. A cabeça deve estar rodada para o lado oposto ao teste.
Link: http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/testes_coluna_vertebral.htm

quinta-feira, 24 de março de 2011

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Cervical

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Cervical
Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional
Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João
1. Anatomia Aplicada
A coluna cervical consiste em diversas articulações:
.. Artic. Atlantoccipital (C0-C1);
.. Artic. Atlantoaxial Mediana (C1-C2): artic. axial (trocóidea) / Artic. atlantoaxiais laterais são artic. planas;
.. Existem 14 artic. dos processos articulares na coluna cervical e são artic. sinoviais (diartrodiais);
.. Posição de repouso: leve extensão;
.. Posição de aproximação máxima: extensão completa.
2. História Clínica
.. Qual é a idade do paciente? Qual é a ocupação?
.. Qual é a gravidade dos sintomas?
.. Qual foi o mecanismo da lesão?
.. Qual é a atividade ou o lazer habitual do paciente?
.. O que o paciente é capaz de fazer funcionalmente?
.. Os sintomas surgiram imediatamente?
.. Quais são os locais e limites da dor? Há irradiação da dor? A dor é profunda? Superficial? Em pontada? Em queimação ? Contínua?
.. O paciente tem dores de cabeça?
.. Há parestesias? Formigamentos nas extremidades?
.. Há sintomas nos MMII?
.. O paciente tem problemas de equilíbrio? Tontura, desmaios?
.. O paciente exibe ou queixa-se de quaisquer sintomas simpáticos?
.. Existem posturas ou ações que aumentam ou diminuam a dor?
.. Qual é a posição de dormir do paciente?
.. O paciente respira pela boca?
3. Observação e Triagem
.. Exame das outras articulações adjacentes, acrescentando uma avaliação postural global;
.. Observação Geral: evidência de dano tecidual, edema, temperatura, hipersensibilidade, estalido ou crepitação.
4. Inspeção
Postura Global da Coluna Vertebral
.. O paciente deve ser examinado na postura relaxada habitual;
.. A postura do paciente pode ser observada nas vistas anterior, posterior e lateral: postura da cabeça e pescoço, nível dos ombros, espasmo muscular ou qualquer assimetria, expressão facial, contornos ósseos, evidência de isquêmia nos MMSS;
.. Exame de Exploração das Articulações Periféricas: artic. temporomandibulares, cintura escapular, cotovelos, punho e mão.
5. Palpação
Face Posterior:
.. Protuberância Occipital Externa;
.. Processos espinhosos e processos articulares das das vértebras cervicais;
.. Processo mastóideo.
Face Lateral:
.. Processos transversos das vértebras cervicais;
.. Artic. temporomandibulares, mandíbula.
Face Anterior:
.. 3 primeiras costelas;
.. Fossa supraclavicular.
6. Mobilidade dos Segmentos
Triagem para amplitude de movimento:
.. Se forem identificadas limitações na amplitude de movimento articular, deverá ser realizado um teste goniométrico específico para se obter um quadro das restrições, estabilização e registro das limitações.
6.1 Mobilização
.. Movimentos Ativos: Quantidade de movimento articular realizada por um indivíduo sem qualquer auxílio. Objetivo: o examinador tem a informação exata sobre a capacidade, coordenação e força muscular da amplitude de movimento do indivíduo.
.. Movimentos Passivos: Quantidade de movimento realizada pelo examinador sem o auxílio do indivíduo. A ADM passiva fornece ao fisioterapeuta a informação exata sobre a integridade das superfícies articulares e a extensibilidade da cápsula articular, ligamentos e músculos (Norkin & Levangie, 1997).
6.2 Movimento Ativo
O fisioterapeuta deve observar:
.. Quando e onde, durante cada um dos movimentos, ocorre o início de dor;
.. Se o movimento aumenta a intensidade e a qualidade da dor;
.. A quantidade de restrição observável;
.. O padrão de movimento;
.. O ritmo e a qualidade do movimento;
.. O movimento das articulações associadas;
.. Qualquer limitação e sua natureza.
6.3 Movimento Passivo
O fisioterapeuta deve observar:
.. Quando e onde, durante cada um dos movimentos, ocorre o início de dor;
.. Se o movimento aumenta a intensidade e a qualidade da dor;
.. O padrão de limitação do movimento;
.. A sensação final do movimento;
.. O movimento das articulações associadas;
.. A amplitude de movimento disponível.
7. Goniometria
.. Método para medir os ângulos articulares do corpo;
.. É utilizado pelos fisioterapeutas para quantificar a limitação dos ângulos articulares, decidir a intervenção fisioterapêutica mais adequada e, ainda documentar a eficácia da intervenção.
7.1 Informações dos dados goniométricos
.. Determinar a presença ou não de disfunção;
.. Estabelecer um diagnóstico;
.. Estabelecer os objetivos do tratamento;
.. Direcionar a fabricação de órteses;
.. Avaliar a melhora ou recuperação funcional;
.. Modificar o tratamento;
.. Realizar pesquisas que envolvam a recuperação de limitações articulares
7.2 Amplitude Articular- Goniometria
7.2.1 Flexão da Coluna Cervical
.. Ocorre no plano Sagital.
.. Amplitude articular: 0°-65° (Marques, 2003) e 0°-80/90° (Magee, 2002).
Precauções
.. Evitar a flexão de tronco;
.. Evitar a rotação e flexão lateral da coluna cervical;
7.2.2 Extensão da Coluna Cervical:
.. Ocorre no plano sagital.
.. Amplitude articular: 0°-50° (Marques, 2003) e 0°-70° (Magee, 2002).
Precauções
.. Evitar a extensão de tronco;
.. Evitar a flexão lateral e rotação da coluna cervical.
7.2.3 Flexão Lateral da Coluna Cervical:
.. Ocorre no plano frontal.
.. Amplitude articular: 0°-40° (Marques,2003), 0°-20/45° (Magee, 2002).
Precauções
.. Evitar a flexão, extensão e rotação de tronco;
.. Evitar a evitar a elevação do ombro no lado testado.
7.2.4 Rotação da Coluna Cervical:
.. Ocorre no plano transversal.
.. Amplitude articular: 0°-55° (Marques, 2003), 0°-70/90° (Magee, 2002).
Precauções
.. Evitar a rotação do tronco;
.. Evitar a flexão, a extensão e a flexão lateral do tronco.
8. Movimento do Jogo Articular
.. O teste para folga articular determina a integridade da cápsula;
.. A folga articular deve ser sempre avaliada na posição destravada (decoaptação aberta) na qual a frouxidão da cápsula e dos ligamentos é maior e o contato ósseo é menor.
8.1 Jogo Articular: movimento intervertebral passivo
Palpação do movimento intervertebral passivo durante a avaliação da amplitude global de movimento:
.. Inclinação anterior suboccipital;
.. Inclinação posterior suboccipital;
.. Inclinação lateral suboccipital;
.. Rotação suboccipital;
.. Deslizamento anterior e posterior: C2, C3 a T3, T4;
.. Deslizamento lateral mediocervical.
9. Princípios dos testes de comprimento muscular
.. A finalidade da avaliação do comprimento muscular (flexibilidade) consiste em determinar se a ADM que ocorre em uma articulação é limitada ou excessiva em virtude das estruturas articulares intrínsecas ou dos músculos que cruzam as articulações.
9.1 Testes de comprimento muscular
.. Flexão lateral cervical (inclinação lateral):
Músculo levantador da escápula; escalenos anterior, médio e posterior; esternocleidomastóideo, trapézio, esplênios da cabeça e do pescoço.
.. Músculos flexores cervicais;
.. Músculos extensores cervicais.
10. Testes Musculares Manuais
.. Parte integrante do exame físico, fornecendo informações úteis no diagnóstico diferencial, prognóstico e tratamento de patologias musculoesqueléticas e neuromusculares;
.. A avaliação da força muscular manual deve ocorrer quando forem descartadas outras limitações articulares ou musculares (encurtamentos) impedindo ou dificultando o movimento.
.. Músculo esternocleidomastóideo;
.. Músculos escalenos anterior, médio e posterior; músculo longo do pescoço; músculo longo da cabeça.
11. Avaliação Funcional
.. Tabelas de escores numéricos podem ser utilizadas para determinar o grau de dor causado pela patologia ou incapacidade da coluna cervical;
.. Atividades de Vida Diária;
.. Quadro de contagem numérica. Testagem de força Funcional da Coluna Cervical ( M. L. Palmer & M Epler “Clinical Assessment Procedures in Physical Therapy”, 1990).
12. Testes Clínicos Especiais
.. Teste de Compressão foraminal (de Spurling);
.. Teste de Distração (tração-separação);
.. Teste de Depressão do ombro;
.. Teste de Abdução de ombro;
.. Teste de insuficiência da artéria vertebral.
14. Caso Clínico
Uma mulher de 75 anos queixa-se principalmente de dor no pescoço mas também de rigidez. Ela exibe uma hipercifose. Não há histórico de trauma. Descrever o seu plano de avaliação para esta paciente.
Referências Bibliográficas
1. Marques AP. Ângulos articulares da coluna vertebral. In: Manual de Goniometria. 2 ed. São Paulo: Editora Manole. 2003,p.49-57.
2. Magee DJ. Coluna Cervical In: Magee, DJ, editor. Disfunção Musculoesquelética. 3 ed. São Paulo: Manole; 2002. p.105-157.
3. Palmer, LM.; Epler, ME. Coluna Cervical. In: Palmer, LM.; Epler, ME. Fundamentos das Técnicas de Avaliação Musculoesquelética. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. p.195-212.
4. Gardner E, Gray DJ, O’Rahilly R. Anatomia. Estudo Regional do Corpo Humano. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988.
5. Hoppenfeld, S. Exame da Coluna Cervical e da Articulação Temporo-Mandibular. Propedêutica Ortopédica. Coluna e Extremidades. Rio de Janeiro: Atheneu, 1987. p.109-137.
6. Kapandj IA. A Coluna Cervical. In: Fisiologia Articular. São Paulo: Manole, 1987. p.169-251.



http://www.fm.usp.br/fofito/fisio/pessoal/isabel/biomecanicaonline/articulacoes/coluna/PDF/avalcervical.pdf